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Persuasão e negociação #DepartamentoAsQuintas

Influenciar-é-muitas-vezes-determinada-tão-somente-pelo-ato-de-ouvir-o-outro-e-conectar-se-empaticamente.Quem nunca, diria a expressão popular, teve que persuadir alguém ou negociar. Fizemos isto o tempo todo, seja na vida do dia a dia, seja na vida profissional, especialmente quando falamos do advogado corporativo.

Um interessante artigo do consultor americano Tom Trush demonstra em algumas ideias técnicas de como podemos usar a persuasão e a negociação como ferramentas no negócio jurídico.

Vejamos:

Se o advogado precisa melhorar sua capacidade de convencer pessoas, então deve prestar atenção no que os especialistas dizem sobre persuasão. “Persuadir” é o que um advogado faz — ou tenta fazer — o tempo todo. É preciso persuadir o cliente e o possível cliente, o colega, o chefe, o juiz, os jurados, o cônjuge, os filhos, os pais, os amigos…

Um verbo quase tão importante para o advogado quanto “persuadir” é “negociar” — e um mais importante é “respirar”. Em termos de conquista de novos clientes, seja por meio de material de marketing ou de comunicações pessoais, o advogado deve estar atento para todos os recursos de persuasão disponíveis.

Um recurso antigo e surrado, que as pessoas às vezes usam sem se dar conta de sua importância, é utilizar a velha sentença construída na base do “se…, então…”. Isto é, “se (você tem um problema), então você deve (fazer o que eu vou lhe dizer)”, diz o escritor e consultor de marketing para advogados Tom Trush.

No entanto, para que essa sentença tenha o valor de “fórmula secreta”, como a define Trush, é preciso, antes de tudo, identificar um problema que está afligindo o possível cliente, que fará parte da frase do “se”. Do contrário, não funciona.

Empatia
Por exemplo, a sentença inicial deste texto, “se você precisa melhorar sua capacidade de persuadir pessoas, então…”, não exercerá qualquer efeito persuasivo sobre o leitor se sua capacidade de persuasão não seja um problema que o aflija no momento.

Mas certamente existem muitos “ses” problemáticos nas vidas dos clientes, como: “se você não quer ir para a cadeia…”, “se você não quer ter problemas com o Fisco…”, “se você está pagando mais impostos do que devia…”, “se você não quer ser processado…”.

Essas são frases óbvias. Mas, certamente, haverá construções mais criativas e mais apropriadas para as comunicações com clientes. Se você descobrir o que o cliente está pensando, o que ele está tentando evitar, então será mais fácil persuadi-lo com esse recurso.

Outra técnica é usar dizeres populares, tais como “se uma imagem vale mais que mil palavras, então…”, porque eles estabelecem uma premissa amplamente aceita.

Recurso de marketing
Pelo uso contínuo desse tipo de argumento na vida cotidiana, os advogados não usam essa construção linguística em seu material de marketing. Mas deveriam, diz Trush. Da mesma forma que a usam em suas comunicações pessoais com os clientes.

“O que torna essa abordagem tão eficaz é que ela explora a natureza das pessoas. Nossos cérebros são programados biologicamente para seguir a lógica do ‘se/então’. E quando ela é usada, os possíveis clientes se predispõem a aceitar suas palavras como verdadeiras, antes mesmo que você apresente evidências para apoiá-las”, diz Trush.

Além disso, essa “fórmula” tem a vantagem de dar um tom conversacional às comunicações do advogado com o cliente. E isso é muito apropriado para panfletos, boletins, blogs, artigos escritos para o cliente, comunicações na rede social, e-mails e, obviamente, para reuniões.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2016-jan-09/consultor-dica-simples-melhorar-tecnica-persuasao

 

Interessante não?

E como isto se aplica ao dia a dia corporativo?

Quantas e quantas vezes você se pergunta porque a sua atividade não é vista como algo essencial embora na sua visão você pense ser ela essencial, não é mesmo? Então, se você pensa assim, que tal demonstrar ao gestor que ela é assim como você pensa? Que tal demonstrar que existe necessidade desta tarefa para o desempenho completo da equipe? Que tal demonstrar que a tarefa auxilia o todo no resultado dos indicadores? Que tal mostrar o trabalho que é desenvolvido para aprimorar o resultado desta tarefa?

E nesta mesma permissão de demonstrar necessidade e obter resultados, serve como base para negociar prazos, novos trabalhos, quiçá aumentos e por aí vai.

Negociar, persuadir. Verbos tão necessários quanto respirar para sobreviver na advocacia, seja corporativa ou não.

#MãosaObra!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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Advocacia, GustavoRochacom, Marketing Jurídico

Dicas práticas de marketing jurídico/eletrônico

thumb-social-comerceDivido um artigo de um especialista em marketing jurídico dos EUA com 9 dicas de marketing e teço alguns comentários após.

 

O marketing do escritório demanda tempo e dinheiro. É um investimento considerável para qualquer escritório, considerando que suas atividades principais já demandam muito tempo e muito dinheiro. Por outro lado, executar todas as atividades de marketing possíveis é uma obrigação, porque disso depende o crescimento do escritório.

De maneira geral, os advogados entendem isso, diz o consultor Cari Twitchell, em um artigo para o site Lawyerist. E fazem um esforço de marketing considerável. No entanto, cometem alguns erros que podem minar seus esforços. Nesse artigo, ele aponta alguns erros que os advogados cometem em marketing e que não deveriam, como:

1. Ter um website não amigável a dispositivos móveis
Mais de 60% de todo o tráfego na internet deriva, hoje em dia, de dispositivos móveis, de acordo com a revista Fortune. Os internautas fazem mais buscas e passam mais tempo em dispositivos móveis do que em desktops, segundo um relatório divulgado pela Smart Insights.

Há mais uma novidade: o Google mudou recentemente o algoritmo de seu sistema de busca, passando a favorecer, em sua página de resultados, websites amigáveis a dispositivos móveis. Isto é, passam a aparecer nos primeiros lugares na lista de resultados os websites com textos maiores, links fáceis de clicar e textos e imagens que o internauta pode mudar o tamanho, conforme desejar.

Segundo o site Business Insider, o Google fez uma “revolução” tão grande em seu sistema de busca que a mudança ganhou o nome de mobilegeddon — uma mistura de mobile com armageddon, porque será uma transformação apocalíptica para milhões de websites no mundo. Quem não se adaptar vai ver o ranking de seu website despencar no Google.

O conteúdo ainda reina nos rankings do Google. Porém, o peso que foi atribuído aos sites amigáveis a dispositivos móveis dá uma nova configuração ao sistema. Assim, neste mundo de concorrência, os escritórios que adaptarem seus sites ao mundo da mobilidade levarão uma vantagem competitiva considerável.

2. Não ter um website
Pior que não ter um website amigável a dispositivos móveis é não ter website algum. E também não ter uma presença ativa nas redes sociais. A exploração adequada do mundo digital coloca o advogado no comando de seu marketing, diz o Lawyerist. Se não tem um website que descreva seus serviços, os problemas e as possíveis soluções dos problemas dos clientes, o advogado perde a oportunidade de se conectar com eles e de conquistá-los.

É hora de planejar 2016, e este é o momento certo para tornar a criação de um website eficaz uma alta prioridade para o escritório, a partir de janeiro. “Um website é, hoje, o coração de seus esforços de marketing. Mesmo que você seja apresentado, pessoalmente, a um possível cliente durante algum evento, ele irá fazer pesquisas sobre você na internet, seja em seu computador, smartphone ou tablet. E ficará decepcionado se não encontrar seu website.”

3. Usar contas de e-mail gratuitas para negócios
O advogado precisa transmitir uma imagem profissional, porque esse é um atributo que os possíveis clientes irão levar em consideração. Ter uma conta de e-mail do AOL, Yahoo! ou mesmo do Gmail não reflete profissionalismo. Ao contrário, pode indicar que o advogado não leva seus negócios tão a sério, como deveria.

Por isso, é necessário investir o que for preciso na compra de um domínio exclusivo do escritório. Na verdade, existem provedoras, como GoDaddy, que oferecem contas de e-mail gratuitas vinculadas a seu domínio. Você pode, então, dirigir seu e-mail para seu Google For Business ou para a conta do Outlook, para facilidade de acesso e de uso.

Conta de e-mail gratuita é o barato que sai caro, diz o Lawyerist. Você pode perder clientes, tentando economizar um pagamento anual que não é alto, no final das contas. Esse “barato” pode minar sua credibilidade.

4. Não focar seu material de marketing nos clientes em potencial
Certifique-se de que todo conteúdo que você prepara — para o website, blog, boletim (ou newsletter), e-mail, panfleto etc. — seja mais focado no possível cliente: o que ele necessita, o que ele quer, o que ele ganha se contratar você. Não no escritório apenas.

Um bom conteúdo, por exemplo, descreve um problema do cliente — que ele tenha, mesmo que não saiba disso — e possíveis soluções.

5. Postar uma foto ruim na página da biografia
Uma fotografia de boa qualidade, bem produzida, provavelmente obra de um fotógrafo profissional, transmite muitas coisas boas sobre você, diz o Lawyerist. Você é uma pessoa bem composta, equilibrada, confiante, instruída, bem informada, acessível e cuidadosa — são conclusões não necessariamente lógicas que um leitor pode chegar ao ver uma boa imagem.

O outro lado da moeda — o de uma foto de má qualidade, amadora (provavelmente batida por alguém do escritório em um smartphone), sem nenhuma produção, mostra sua pouca ou nenhuma preocupação com detalhes ou com um trabalho cuidadoso. Passar a imagem de “relaxado” certamente não é uma boa ideia para um advogado.

6. Não caprichar na redação da biografia
A biografia do advogado no website parece uma página fria, mas pode ser “esquentada” por um texto bem escrito. Um bom texto de biografia procura informar, entreter e envolver o cliente.

As informações mais importantes são aquelas que o cliente poderá achar interessantes — isto é, que irão ajudá-lo a tomar a decisão de contratá-lo, porque ele está precisando de um advogado com essas características e essas qualificações. Não são necessariamente as informações que o advogado gostaria de divulgar, embora possam coincidir.

De qualquer forma, o cliente gostará de saber mais sobre a vida, a experiência e as qualificações do advogado. Por exemplo, um advogado que participou de eventos de administração de empresa e de economia terá informações interessantes para clientes empresariais sobre sua formação.

O texto da biografia também ajuda quando ele transpira a satisfação do advogado por atuar em sua área de especialização, o seu esforço para se manter atualizado e o empenho (ou a paixão) que envolve suas atividades cotidianas.

A transmissão da paixão que o advogado sente por determinadas áreas do Direito ou por aspectos de seu trabalho expõe uma certa vulnerabilidade humana em uma pessoa que deveria ser estritamente profissional. No entanto, trabalha a favor do advogado, porque inspira uma certa empatia ou até mesmo uma certa cumplicidade positiva.

7. Deixar que a atuação na mídia social morra de inanição
Muitos advogados até que tomam tempo para abrir contas em redes sociais. Seguem as regras de melhores práticas, apresentam um perfil adequado e postam conteúdo regularmente, durante uma semana ou duas. Depois, aparecem outras prioridades e o trabalho na mídia social, que deveria ser sistemático, é abandonado.

A página mostra sinais de envelhecimento ou, aparentemente, de morte por inanição, exatamente por falta de alimentação. E uma conta “morta” na mídia social é pior do que nenhuma conta. Pode indicar que o advogado não está preocupado em se envolver com possíveis clientes — ou que não dá importância a seu público-alvo.

Você pode usar plataformas de gerenciamento (pagos ou gratuitos), como Hootsuite e Buffer para atualizar seu perfil com frequência, diz o Lawyerist.

8. Deixar de fazer networking
Uma desculpa padrão de advogados, para não participar de atividades de networking (ou de formação de relacionamentos) é a falta de tempo. Na verdade, o problema a ser considerado aqui não é a falta de tempo: é a falta de entendimento da importância da formação de relacionamentos para o escritório (ou para o advogado), diz o Lawyerist.

As atividades de networking são essenciais para o sucesso de qualquer escritório de advocacia. É preciso se dedicar continuamente à formação de relacionamento com possíveis clientes e também com possíveis fontes de referência. Fontes de referência podem ser quaisquer clientes, outros advogados e organizações com as quais o advogado se envolve, entre outras.

9. Distribuir cartões de visita “feitos em casa”
Como no caso da fotografia, um cartão de visita feito de forma amadora, sem qualidade, também reflete pouco caso com o “serviço bem-feito”. Além disso, o cartão de visita é, frequentemente, um elemento na criação de primeiras impressões.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2015-nov-18/especialista-aponta-erros-marketing-advogados-nao-podem-cometer

 

Dicas perfeitamente aplicáveis ao Brasil. E além do site, atualizar o site, escrever artigos, cartões de visitas… O que mais?

Principalmente: Estabeleça um plano de marketing. Não saia publicando só porque concorda ou porque acha que tem direito.

Publique com pensamento em divulgar aquilo que você faz, aquilo que você é bom, aquilo que o torna reconhecido no mercado.

Publique pelo menos no Facebook (Fanpage), twitter (pela indexação com o Google) e LinkedIn.

Escreva conteúdo próprio e não fique apenas nas notícias…

Responda o que for questionado e questione nas redes sociais assuntos relevantes, mas fuja da política, religião e temas polêmicos, rede social pode reunir pessoas que farão alguma coisa, contudo, a rede social em si não muda nada sozinha.

Enfim, seja pró-ativo nas manifestações e conteúdos e direcione os mesmos a suas estratégias e planos de ação/marketing.

Isto traz resultados práticos e reais aos seus relacionamentos e contatos, traduzindo, pode gerar negócios.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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Duas visões, um objetivo #DepartamentoAsQuintas

visaoComo é comum colaboradores reclamarem das empresas que trabalham, do trabalho que exercem e da falta de oportunidade do mercado.

E do lado das empresas, como isto fica?

Divido duas visões de grandes companhias mundiais que nos levarão a uma conclusão pelo menos.

Visão 1: Apple

A marca mais valiosa do mundo busca pelo menos 5 características na hora de contratar alguém:

1. Idealismo
Visionário e apaixonado, Steve Jobs criou uma cultura de comprometimento emocional com o trabalho. Não à toa, paixão é palavra fácil na boca dos recrutadores da Apple. Ter uma “personalidade magnética” é tão valorizado por eles quanto esbanjar conhecimento técnico, comenta Gallo.

2. Obstinação
Cook diz que a Apple procura pessoas que não aceitam “não” como resposta. Na prática, isso significa ter opiniões fortes, debater ideias sem medo e dar feedbacks corajosos quando há necessidade de corrigir algo. “Todo dia eu estou cercado de pessoas que não concordam comigo”, comenta o CEO da empresa.

3. Pensamento original
Em uma famosa campanha publicitária da Apple nos anos 90, Steve Jobs sugeria que os clientes da marca “pensavam diferente”. O vídeo se referia a grandes personalidades do século 20, como Albert Einstein e Bob Dylan, como “pessoas loucas o suficiente para achar que poderiam mudar o mundo”. A comparação também vale para os candidatos ideais a uma vaga na empresa. “Queremos pessoas que não aceitam o status quo”, diz Tim Cook.

4. Insatisfação
Se você acha que tudo está muito bem, obrigado, talvez suas chances com um recrutador da Apple não sejam tão promissoras. Cook diz que o funcionário ideal é aquele que está descontente com a realidade, e está determinado a aperfeiçoá-la. Mas atenção: insatisfação crônica é diferente de prepotência. De acordo com Gallo, a empresa não quer um profissional que acredita ter todas as respostas, mas sim aquele que está disposto a descobri-las.

5. Descrença no impossível
Mais uma vez, a herança de Steve Jobs se faz presente. Em 2001, explica Gallo, quase todo consultor de varejo dizia ao fundador da Apple que lojas da marca não funcionariam. O pessimismo foi desmentido pela realidade – na verdade, pela insistência de Jobs. Hoje, quem mira uma vaga na empresa ganha pontos se tiver uma história que reflita essa característica: um desejo de provar que o “impossível” é perfeitamente realizável.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-5-caracteristicas-que-a-apple-mais-procura-em-candidatos

 

Visão 2: Michel Boomblerg

14º fortuna dos EUA dá 6 dicas sobre sucesso:

1. Mantenha perspectiva

“Nunca tive um trabalho ruim. Só tive dois dias ruins na minha vida – quando minha mãe morreu e quando meu pai morreu. Tirando isso, o quão ruim pode ser?”

2. Trabalhe duro

“Se existe uma chave para o sucesso, é trabalho duro. Eu sempre dou a tarefa mais difícil e complicada para a pessoa mais atarefada da empresa. Há uma razão pela qual eles não tem tempo – o trabalho é um mercado, e isso mostra que aquela pessoa é boa.”

3. Seja realista

“Nenhum de vocês será Mark Zuckerberg. Simplesmente não vai acontecer.”

4. Faça algo que goste

“Deve ser miserável acordar todo dia e odiar o que você faz.”

5. Use a adversidade a seu favor

“Se você me falar que na semana passada curou o câncer, na semana anterior escreveu o Grande Romance Americano e no mês passado trouxe paz para o Oriente Médio, vou virar os olhos. Mas se você me falar ‘olha, meu pai nunca existiu, minha mãe teve câncer e eu trabalho cinco turnos no McDonald’s, essa é a pessoa que eu vou contratar.”

6. Seja genuíno

“Tem uma característica que todos os líderes tem, e esta é que eles são genuínos. Essa pessoa vai estar com você na trincheira ou vai ficar pra trás e te dizer ‘ Vai você?'”

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-conselhos-de-michael-bloomberg-para-o-sucesso

 

Enfim, algumas questões que observamos em ambas as dicas:

  • Ninguém pergunta seu conhecimento, isto é pré-requisito;
  • Se você é bom deve provar com atitudes e não com palavras;
  • Ninguém quer saber do como fazer, mas sim do fazer em si;

Quer dizer, uma conclusão resta imperiosa: Se você tem talento e sabe o que quer, não é uma empresa que será a barreira entre você e o sucesso. Agora, se você ainda não sabe o que quer, nem tem talentos diferenciais, procure primeiro em si a mudança e depois o sucesso será consequência.

#FicaaDica

E o objetivo? Encontrar alguém que saiba o que quer para que a empresa possa crescer com alguém que cresce por si e não apenas depende da empresa para o seu crescimento.

#PenseNisto

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Pensamentos neste dia internacional da mulher #GustavoRochaemEssência

UN-Women-Ambassador-emma-watson-GC4W-NewsAviso de início: O texto é longo. Leia com calma e com alma. Se possível, desarmada.

Poderia discorrer sobre as diferenças e as inúmeras belezas e outros adjetivos que vejo nas mulheres, mas prefiro trazer uma reflexão mais profunda sobre o tema: Como temos visto o tema da mulher hoje em dia?

Divido inicialmente um texto meu de 2014 sobre Malala, Prêmio Nobel da Paz:

Quem leu a história da mais jovem pessoa a ganhar um prêmio Nobel, a paquistanesa Malala se encanta com a sua vivência, apesar da mais tenra idade.

Mesmo com um tiro no rosto, mesmo com o ataque da sua própria sociedade, ela lutou, batalhou por algo que muitos desprezam: a educação.

E por educação, penso que temos o pensar como algo a ser buscado, almejado e quiçá mostrado o caminho, pois ensinar a pensar é impossível. Pensa aquele que quer. Ensinamos apenas o que o outro pode e quer aprender. Suas conclusões sobre o ensinamento são únicas, singulares e portanto, impossíveis de serem ensinadas.

E vamos mostrar um caminho para o pensar através da história de Malala.

Peço vênia para transcrever a entrevista do seu pai no talks do TED:

0:12Em muitas sociedades patriarcais e tribais, os pais são geralmente conhecidos por seus filhos, mas eu sou um dos poucos pais que é conhecido por sua filha, e tenho orgulho disso.

0:28(Aplausos)

0:34Malala começou sua campanha pela educação e defendeu seus direitos em 2007, e quando seus esforços foram homenageados em 2011, e ela recebeu o Prêmio Nacional da Paz da Juventude, e ela se tornou uma jovem famosa e muito popular no seu país. Antes disso, ela era minha filha, mas agora sou o pai dela. Senhoras e senhores, se olharmos para a história da humanidade, a história das mulheres é uma história de injustiça, desigualdade, violência e exploração. Vejam bem, em sociedades patriarcais,desde o início, quando uma menina nasce, seu nascimento não é comemorado. Ela não é bem-vinda,nem pelo pai e nem pela mãe. A vizinhança chega e se lamenta junto à mãe, e ninguém parabeniza o pai.E a mãe fica constrangida por ter uma menina. Quando ela dá à luz a primeira filha, ela fica triste.Quando ela dá à luz a segunda filha, ela fica chocada, e, na expectativa de um filho, quando ela dá à luz uma terceira filha, ela se sente culpada como uma criminosa.

2:23Não é só a mãe que sofre, mas a filha, a filha recém-nascida, quando ela cresce, ela também sofre. Com cinco anos de idade, enquanto ela deveria estar indo para a escola, ela fica em casa enquanto seus irmãos vão para a escola. Até a idade de 12 anos, de certa forma, ela tem uma boa vida. Ela pode se divertir, ela pode brincar com seus amigos na rua, e ela pode andar pelas ruas igual a uma borboleta.Mas quando ela entra na adolescência, quando ela chega aos 13 anos, ela fica proibida de sair de casasem um acompanhante masculino. Ela fica confinada entre as quatro paredes de sua casa. Ela não é mais um indivíduo livre. E se torna a denominada honra de seu pai e de seus irmãos e de sua família, e se ela transgride o código dessa denominada honra, ela pode até ser morta.

3:43E também é interessante que esse código de honra, não afeta apenas a vida da menina, mas também afeta a vida dos homens da família. Conheço uma família com sete irmãs e um irmão, e aquele irmão,migrou para os países do Golfo, para sustentar suas sete irmãs e seus pais, porque ele achava que seria uma humilhação se suas sete irmãs aprendessem uma profissão e saíssem de casa para ganhar o sustento. Então, esse irmão sacrifica as alegrias de sua vida e a felicidade de suas irmãs no altar desta suposta honra.

4:44E tem mais uma norma das sociedades patriarcais que é chamada obediência. Uma boa menina deve ser muito calada, muito humilde e muito submissa. Estes são os critérios. A menina exemplar tem que ser muito quieta. Ela deve ficar calada e aceitar as decisões de seu pai e sua mãe e as decisões dos mais velhos, mesmo se ela não gosta. Se ela se casa com um homem de quem ela não gosta ou se casa com um homem velho, ela tem que aceitar, porque ela não quer ser chamada de desobediente. Se ela casa muito nova, ela tem que aceitar. Caso contrário, ela será chamada de desobediente. E o que acontece no final? Como disse uma poetisa, ela é desposada, usada na cama, e então ela dá à luz mais filhos e filhas. E a ironia da situação é que essa mãe ensina a mesma lição de obediência à sua filha e a mesma lição de honra aos seus filhos. E este ciclo vicioso continua sem fim.

6:16Senhoras e senhores, esta condição de milhões de mulheres pode mudar, se nós pensarmos de forma diferente, se mulheres e homens pensarem de maneira diferente, se os homens e mulheres nas sociedades tribais e patriarcais nos países em desenvolvimento puderem quebrar algumas das normasda família e da sociedade, se eles puderem abolir as leis discriminatórias dos sistemas em seus Estados,que vão contra os direitos humanos básicos das mulheres.

6:59Queridos irmãos e irmãs, quando Malala nasceu, pela primeira vez, acreditem em mim, eu não gosto de crianças recém-nascidas, para ser honesto, mas quando eu olhei nos seus olhos, acreditem, eu fiquei extremamente honrado. E muito antes de ela nascer, eu pensei sobre o nome dela, e fiquei fascinado com uma legendária e heroica defensora da liberdade do Afeganistão. Seu nome era Malalai de Maiwand, e escolhi o nome de minha filha em homenagem a ela. Alguns dias depois que Malala nasceu,que minha filha nasceu, meu primo veio e foi uma coincidência, ele veio à minha casa e trouxe uma árvore genealógica, uma árvore genealógica da família Yousafzai, e quando eu vi a árvore genealógicaela remontava a 300 anos de nossos antepassados. Mas quando eu olhei, todos eram homens, e eu peguei minha caneta, desenhei uma linha do meu nome, e escrevi “Malala.”

8:24E quando ela cresceu, quando ela estava com quatro anos e meio, eu a inscrevi na minha escola. Vocês devem estar perguntando porque estou falando sobre uma menina indo para uma escola. Sim, preciso falar sobre isso. Isso pode ser coisa normal no Canadá, nos Estados Unidos e em muitos países desenvolvidos, mas em países pobres, em sociedades patriarcais e tribais, é um grande evento na vida de uma menina. Ser matriculada numa escola significa o reconhecimento de sua identidade e de seu nome. Ser aceita numa escola significa que ela entrou no mundo dos sonhos e aspirações onde ela pode explorar seus potenciais para seu futuro. Tenho cinco irmãs, e nenhuma delas podia frequentar uma escola, e vocês ficarão espantados, pois duas semanas atrás, quando estava preenchendo o formulário para visto canadense, e eu estava preenchendo a parte referente à família, eu não conseguia lembrar os sobrenomes de algumas das minhas irmãs. E a razão para isso foi que eu nunca tinha visto os nomes das minhas irmãs escritos em qualquer documento. Esta é a razão porque eu valorizo a minha filha. O que meu pai não pôde dar às minhas irmãs, e às suas filhas, eu queria mudar isso.

10:15Eu costumava apreciar a inteligência e a astúcia da minha filha. Eu a incentiva a sentar comigo quando meus amigos vinham. Eu a incentiva a ir comigo a diversas reuniões. E todos estes bons valores eu tentei integrar em sua personalidade. E não foi somente para Malala. Transmiti todos esses valores na minha escola, para as alunas e também para os alunos. Usei a educação para a emancipação. Eu ensinei minhas alunas, Eu ensinei minhas alunas, a desaprenderem a lição da obediência. Eu ensinei meus alunos a desaprenderem a lição da denominada pseudo-honra.

11:12Queridos irmãos e irmãs, estávamos lutando por mais direitos para as mulheres, e estávamos lutando por mais, mais e mais espaço para as mulheres na sociedade. Mas nos deparamos com um novo fenômeno que foi letal para os direitos humanos e especialmente para os direitos das mulheres. Foi denominado “talibanização”. Isso significa uma total negação da participação das mulheres em todas as atividades políticas, econômicas e sociais. Centenas de escolas foram destruídas. Meninas foram proibidas de ir à escola. Mulheres eram obrigadas a usar véus e eram impedidas de ir aos mercados.Músicos eram silenciados, meninas eram chicoteadas e cantoras assassinadas. Milhões estavam sofrendo, mas poucos falaram, e era a coisa mais assustadora quando você tem pessoas assim em volta, que matam e chicoteiam, e você defende seus direitos. É realmente a coisa mais assustadora.

12:41Aos dez anos, Malala defendeu seu direito à educação. Ela escrevia um diário para o blog da BBC, e se oferecia para os documentários do New York Times, e ela discursava em toda plataforma que podia. E sua voz era a voz mais poderosa, que se espalhou cada vez mais pelo mundo. E essa foi a razão pela qual o Taliban não podia tolerar sua campanha, e em 9 de outubro de 2012, ela levou um tiro à queima-roupa na cabeça,

13:30Foi o fim do mundo para minha família e para mim. O mundo se transformou em um grande buraco negro. Enquanto minha filha estava entre a vida e a morte, eu sussurrei no ouvido da minha esposa:“Será que sou culpado pelo que aconteceu com a nossa filha?”

13:56E imediatamente ela me disse: “Por favor, não se culpe. Você lutou pela causa justa. Você colocou sua vida em jogo pela causa da verdade, pela causa da paz, e pela causa da educação, e sua filha se inspirou em você e se juntou a você. Vocês dois estavam no caminho certo e Deus irá protegê-la.”

14:20Aquelas poucas palavras significaram muito para mim, e nunca mais fiz esta pergunta.

14:27Quando Malala estava no hospital, sofrendo dores terríveis e fortes dores de cabeça, porque seu nervo facial estava rompido, eu via uma sombra escura se espalhando pelo rosto da minha esposa. Mas minha filha nunca reclamava. Ela nos dizia: “Estou bem com meu sorriso torto e a dormência no meu rosto. Vou ficar bem. Por favor, não se preocupem.” Ela era o nosso consolo, e ela nos tranquilizava.

15:11Queridos irmãos e irmãs, aprendemos com ela como ser resiliente nos momentos mais difíceis. E fico feliz em compartilhar com vocês que, apesar de ser um ícone dos direitos das crianças e das mulheres,ela é como qualquer menina de 16 anos. Ela chora quando não termina seu dever de casa. Ela briga com seus irmãos, e fico muito feliz por isso.

15:49As pessoas me perguntam o que há de especial na minha orientação que deixou Malala tão corajosa,destemida e segura. E eu digo: “Não me perguntem o que eu fiz. Perguntem-me o que eu não fiz. Eu não cortei suas asas, foi só isso”.

16:17Muito obrigado.

16:19(Aplausos) Obrigado. Muito obrigado. (Aplausos)

Fonte: https://www.ted.com/talks/ziauddin_yousafzai_my_daughter_malala/transcript?language=pt-br

Não apenas emocionante o amor do pai pela filha, mas a sua devoção em querer que ela possa pensar sobre as coisas da vida e não viver apenas no formato que a sociedade impôs para ela.

E uma das frases mais marcantes para mim:

As pessoas me perguntam o que há de especial na minha orientação que deixou Malala tão corajosa,destemida e segura. E eu digo: “Não me perguntem o que eu fiz. Perguntem-me o que eu não fiz. Eu não cortei suas asas, foi só isso” Ziauddin Yousafzai

 

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Alguns dirão que isto só acontece no Oriente Médio, que no Brasil não é assim, que toda mulher tem direito a educação e do discurso…

Mas, e todo preconceito que ela recebe na sua educação?

Será que nós – sociedade e principalmente homens – não estamos cortando suas asas quando fizemos que preconceitos sejam verbos na boca das próprias mulheres?

Por que a mulher criança não brinca de bola, corre, se machuca e sobe em árvores?

Por que insistimos em fazer com que a beleza seja uma preocupação única?

Quando foi que paramos de nos sensibilizar?

Quando foi que paramos de compreender as inúmeras mortes de mulheres são em decorrência de uma visão distorcida, para não dizer estúpida de que mulher é objeto e deve e pode (como muitos acreditam) ser tratada como tal?

Quando foi que deixamos de agir ao ver as disparidades salariais e de trabalhos em si entre os sexos?

Não podemos deixar de pensar nisto e em tantas outras questões, seja em homenagem as mais de cem mulheres mortas em 1857 por lutarem por direitos mínimos, quiçá essenciais ao trabalho; seja porque hoje mais de 150 anos depois ainda temos similaridades e outros absurdos acontecendo todos os dias.

E na advocacia a realidade não é diferente. Muitos tem preconceito na hora de contratar mulheres, seja por entender que certas atividades não são para elas (ir ao foro por exemplo), como porque podem engravidar (e como isto é levado em conta), e outros motivos torpes.

Lógico que existem campanhas e conscientizações hoje que auxiliam a melhorar isto. Uma delas lançada pela ONU é a campanha chamada HeForShe (eles por elas). Divulgo, inclusive, a definição de feminismo declarada por Emma Watson no lançamento da campanha (conheça mais aqui: http://www.heforshe.org/pt) para evitar o uso errado do termo feminismo:

“Para registro, feminismo, por definição é a crença de que homens e mulheres devem ter oportunidades e direitos iguais. É a teoria da igualdade política, econômica e social entre os sexos”.

Assim, feminista somos todos que acreditamos neste ideal.

E com estas reflexões finalizo este pensar nesta data tão especial com um pensamento de Gibran:

Amai-vos…
 
Amai-vos um ao outro,

mas não façais do amor um grilhão.

Que haja, antes, um mar ondulante

entre as praias de vossa alma.

Enchei a taça um do outro,

mas não bebais da mesma taça.

Dai do vosso pão um ao outro,

mas não comais do mesmo pedaço.

Cantai e dançai juntos,

e sede alegres,

mas deixai

cada um de vós estar sozinho.

Assim como as cordas da lira

são separadas e,
no entanto,

vibram na mesma harmonia.

Dai vosso coração,

mas não o confieis à guarda um do outro.

Pois somente a mão da Vida

pode conter vosso coração.

E vivei juntos,

mas não vos aconchegueis demasiadamente.

Pois as colunas do templo

erguem-se separadamente.

E o carvalho e o cipreste

não crescem à sombra um do outro. 

Gibran Kahlil Gibran

E que o amor seja o verbo, mas sem sentimentos de posse, propriedade, superioridade, poder, afinal, podemos e devemos nos erguer como indivíduos para que a luta por igualdade seja apenas nos livros de história e não na história da vida real.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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Reter talentos. Que talentos? #DepartamentoAsQuintas

1418334752Muito se comenta sobre retenção de talentos, sobre manter pessoas boas no escritório, em saber dimensionar quem é bom e quem não é e por aí vai.

Entretanto, temos visto uma certo exagero de algumas bancas jurídicas neste sentido.

Primeiro devemos salientar que contratar advogados é muito diferente de qualquer outro profissional, afinal, devemos contratar pessoas que são por natureza profissionais liberais.

De outro lado, temos que saber que os sonhos e aspirações destes profissionais podem estar consoantes ou distantes da nossa realidade prática de funções, tarefas e projetos do escritório/departamento jurídico/empresa.

E o que acontece com toda esta mazela quando estamos com um bom profissional contratado?

Muitas vezes acontece privilégios e liberdades que podem minar o profissional.

A grande maioria das pessoas não está acostumada a ser livre dentro de um trabalho. O grande sonho de todos é trabalhar no Google, onde se trabalha de bermuda, joga videogame e por aí vai. Só que lá, apesar da liberdade, os talentos devem produzir, sem horários, finais de semana, noites. O que importa é o prazo e produção.

Depois das 18h, como está o seu escritório e/ou departamento? 

Quando atrasa os projetos, quem é responsável?

Como estão hoje as respostas dos colaboradores diante das tarefas?

Quando tentamos aplicar liberdade a pessoas que não estão acostumadas a esta realidade temos o quê? Tentativas pífias e ridículas de cumprir prazos de qualquer jeito, de ultima hora. Algumas pessoas confundem a liberdade com não dar prioridade.

Priorizam tudo, menos o trabalho. Parece que com liberdade o trabalho deve ser relegado a segundo plano.

Lógico, não são todos os profissionais que agem assim. Alguns, quiçá grande parte age, infelizmente.

Há aqueles que sabem lidar bem com a liberdade e por isto alcançam voos mais altos em suas carreiras, seja em empresas, seja como líderes do seu nariz.

Agora a dica fica para quem é empregador: Ao ter um talento bom, não faça distinções que não sejam realmente de trabalho para ele.

Verificamos que empregadores liberam os advogados em horários, em saídas no meio do expediente, em níveis de bonificação pra lá de distintos dos demais e por aí vai…

Isto apenas causa nos outros uma inveja e o pior: Cria a sensação que aquela pessoa é tão essencial que sem ela nada funciona.

Quando isto acontece, a própria pessoa nem sempre sabe lidar com tanto poder. Ela geralmente abusa. Ou usa muito bem toda esta influencia.

Nestes casos o que temos é alguém que com o tempo ficará insatisfeito, pois tudo lhe é dado, tudo lhe é concedido.

Precisamos compreender que quem trabalha busca outros sonhos além do dinheiro. Quer crescer na acepção da palavra e não apenas ganhar mais.

E que quem emprega deve ter planos para ele e para os demais de forma clara, objetiva e que permita o crescimento sempre que possível.

Em suma, a dica é: Não mime o seu talento. Faça-o crescer dentro da empresa de forma clara, objetiva, mas não dê mais do que ele demonstra em contrapartida, pois conhecimento técnico, vestir a camisa e buscar conhecimento é obrigação do colaborador, ele é pago pra isto. O plus é que deve ser reconhecido e exaltado.

#FicaaDica

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3 regras para cooperação

colaborac3a7c3a3o-ou-cooperac3a7c3a3oO francês Yves Morieux apresentou numa palestra no TED um conceito empresarial que perfeitamente pode ser utilizado no universo jurídico: Desburocratizar o negócio e usar a cooperação como forma de resultado prático.

Quando os escritórios crescem é natural a tendência de burocratizar, criar rotinas que antes pareciam absurdas e pior, criar rotinas para controlar rotinas, tudo em nome do crescimento, controle, gestão.

Esquecemos que o menos é mais e que mais para ser vezes deve dividir primeiro.

Como assim?

Quanto menos controles e maiores responsabilidades, mais engajamos as equipes.

Quanto mais controles, precisamos multiplicar pessoas e para isto, precisamos dividir custos.

E para que dê certo uma gestão de maiores responsabilidades e menos controles diretos (com confiança nas pessoas), precisamos de pessoas certas com consequências pelos seus atos.

Vejamos as dicas dadas na palestra:

 

A solução, para ele, está em empresas menos hierarquizadas, e sim mais simples e integradas. Em outras palavras, ambientes que valorizem e explorem a cooperação. “A vantagem competitiva de hoje está em saber gerenciar a nova complexidade dos negócios sem se tornar uma empresa complicada, explorando ao máximo o potencial de seus colaboradores.”

O raciocínio é simples: para dar conta de um novo indicador, como sustentabilidade, a empresa não precisa criar um novo processo, uma nova área e uma nova estrutura para lidar com isso. Se as áreas que já existem conversarem bem, elas darão conta do recado. “Sempre que as pessoas cooperam, menos recursos são utilizados”, ele resume.

Nesse novo ambiente de trabalho, vai se dar melhor quem sabe trabalhar de forma colaborativa. A seguir, ele dá as três regras da cooperação:

1. Entenda o que os outros fazem: Para perceber como o esforço coletivo pode ajudar a construir um resultado melhor, é importante conhecer as pessoas do time, saber o que as pessoas que trabalham com você fazem bem e como elas poderiam te ajudar — ou como você poderia ajudá-las. “Qual é o trabalho deles de verdade? Precisamos ir além das caixas, das descrições de cargo, além da superfície, para entender o verdadeiro conteúdo”, ele alerta.

2. Tenha menos hierarquia: Cada membro de uma equipe precisa estar interessado em cooperar e fazer com que os outros cooperem. “Como fazer com que as pessoas sejam integradoras? Removendo camadas hierárquicas. Quando existem camadas demais, as pessoas ficam longe demais da ação, e acabam precisando de indicadores de desempenho, matrizes, precisam desses mediadores ruins para visualizar a realidade. Eles não entendem a realidade e criam essas complicações de matrizes e medidores”, diz o pesquisador.

3. Tenha menos regras: Ao mesmo tempo, as pessoas também precisam ter autonomia para poder colaborar. “Quanto mais crescemos, mais precisamos de integradores. Portanto, menos regras devemos ter, dando maior poder de decisão aos gestores. Só que fazemos o contrário: quanto mais crescemos, mais regras criamos”, critica Yves. “É necessário garantir que as pessoas tenham liberdade o suficiente para sair do isolamento e correr o risco de cooperar, caso contrário os funcionários recuam e se descomprometem”, explica.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/esta-e-a-competencia-do-seculo-para-socio-do-bcg

 

A ideia é válida, útil e pode ser aplicada. Só que quem não estiver dentro do projeto deve procurar a sua turma.

Preparado para mudar equipe?

Talvez seja este um dos grandes males dos escritórios. Esquecem que pessoas é o seu principal ativo e justamente por isto deve selecionar adequadamente as pessoas que ficam e as que saem conforme os projetos que possui e trabalha para acontecer.

#FicaaReflexão

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